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15 de outubro de 2019

A evolução dos modelos de moradia

Entenda como as moradias evoluíram conforme as transformações da sociedade e qual é a expectativa para o futuro delas!

Analisar as moradias também é uma forma de compreender e estudar a nossa sociedade. A evolução das construções está atrelada às modificações pelas quais nossa sociedade tem passado, desenvolvendo habitações que estabeleçam relação com suas necessidades, desejos, número de habitantes e tecnologia disponível.

Desde os tempos pré-históricos, o ser humano já buscava abrigo em cavernas tentando transformar o lugar inóspito em um lar. Com a revolução industrial e o aumento populacional, passamos a observar a verticalização das moradias e transformações significativas tanto na arquitetura quanto nos modos de construir, com técnicas modernas e tecnológicas.

Tudo isso nos faz questionar qual será a moradia do futuro, pensando também na evolução da própria sociedade. Quer entender melhor o tema? Continue a leitura!

As moradias antes da Revolução Industrial

Podemos classificar a evolução da arquitetura em dois períodos: antes e depois da Revolução Industrial. Foi com o advento dessa revolução que novos métodos e materiais construtivos passaram a ser empregados, além, é claro, de ela modificar totalmente a forma como encaramos o trabalho. O aumento populacional também foi outro fator crucial a se analisar.

Antes da Revolução Industrial, a maior parte da população vivia no campo, e por isso as moradias eram bem diferentes das de hoje. As casas dos senhores eram grandes, espaçosas e repleta de cômodos para comportarem confortavelmente todos os membros das famílias, que também eram numerosas.

As técnicas construtivas eram diferentes. As paredes, por exemplo, eram feitas de terra, pedra, barro, tijolo burro e cal de obra. O telhado era construído com vigas de madeira, barrotes adicionados de sapé ou telhas feitas de barro em formato de canudos, chamadas de telhas de bica.

O adobe, também chamado de barro cru, era o material mais usado nas construções que antecederam a Revolução Industrial, especialmente nas casas mais simples. Quando eram aplicadas as técnicas certas de construção, esse material conseguia ser bastante resistente.

O interior das moradias era muito precário: não havia iluminação elétrica, e sim velas e lampiões. O teto era mais baixo, e nas moradias das famílias mais simples nem sempre existia uma divisão precisa entre os cômodos.

As moradias depois da Revolução Industrial

Quando a Revolução Industrial explodiu, aconteceram mudanças significativas na nossa sociedade. O modo de produzir e de viver ficou mais acelerado; cada vez mais pessoas passaram a viver nas áreas urbanas; o aumento populacional provocado pelas mudanças foi significativo; e as pessoas começaram a ter longas jornadas de trabalho. Diante de tantas questões, começaram a surgir outras necessidades.

Tudo isso foi traduzido nas mudanças pelas quais passaram as moradias. Com o aumento da população vivendo nas áreas urbanas, foi preciso reduzir o tamanho das casas para receber mais pessoas.

Nessa época surgiram os primeiros prédios e outras soluções mais humildes, como os cortiços.

Em relação às técnicas construtivas, novos materiais passaram a ser incorporados, como o ferro gusa, o vidro e, mais tarde, o concreto armado. Os processos científicos permitiram que os materiais fossem empregados de forma mais conveniente.

Além disso, começam-se a utilizar maquinários construtivos. A geometria também se desenvolveu, até começarem a aparecer profissionais especializados na área da construção.

Dentro desses marcos históricos, é claro, não podemos deixar de citar a invenção do elevador, em 1852, idealizado por Elisha Otis. Ele foi o criador do primeiro elevador de segurança. Em 1857, desenvolveu o primeiro elevador de passageiros.

Essa invenção permitiu a verticalização total das moradias. Surgiram os primeiros arranha-céus, modificando totalmente a maneira como as cidades se organizavam.

Outro ponto importante foi a popularização do carro. Antigamente, as casas não tinham o recuo da calçada e, principalmente, não contavam com garagem, já que não precisavam delas. Com o advento do automóvel, a configuração das casas mudou, o recuo da rua aumentou e as garagens e jardins apareceram.

O futuro das moradias e os produtos mixed use

Conforme a nossa sociedade foi avançando, as moradias também passaram por mudanças. Com as famílias cada vez menores, as plantas ficaram mais enxutas, evidenciando a necessidade de cortar custos e tornar os imóveis mais acessíveis.

A população começou a prestar atenção à sustentabilidade. Por isso foram adotadas novas técnicas construtivas, utilizando materiais que impactassem menos no meio ambiente, ou que ajudassem a reduzir o consumo de energia e de água, por exemplo.

A tecnologia evoluiu de forma espantosa. Foi criado o conceito de “casa inteligente” com o uso de automação para controlar a intensidade das luzes, a temperatura e outros aspectos.

O que se espera é que essas tendências continuem fortes nos próximos anos, assim como a intensificação dos empreendimentos mixed use.

Na verdade, eles são empreendimentos que agrupam, em um mesmo local, imóveis residenciais e comerciais, como consultórios, hotéis e até lojas. Essa tendência deverá se acentuar em um futuro não tão distante, especialmente quando o assunto é reduzir o uso dos carros, de outros meios de locomoção, e também otimizar tempo.

Assim, consegue-se viver e trabalhar em um mesmo endereço, aumentando a qualidade de vida e o bem-estar – itens que devem ser cada vez mais procurados nas moradias.

Por isso os ambientes estão mais diferenciados, com pé-direito alto (favorecendo a iluminação e a ventilação naturais), múltiplas opções de lazer, maior contato com a natureza e, claro, a constante preocupação com a sustentabilidade e com as construções “verdes”.

Como você viu, as moradias estão em constante evolução, pois acompanham as modificações da nossa sociedade tanto em termos de tecnologia construtiva como em modos de viver, exigências e necessidades.

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